the hours

Cheguei ao fim de 2003 sem ver este filme, que sinceramente, não me tinha despertado grande curiosidade, mas hoje proporcionou-se e lá vi o filme.
No princípio, admito, custou-me a entrar no filme, mas, sem dúvida que é muito bom. Não há nenhum actor que se possa dizer que se destaca, mas no seu conjunto dão alma a uma história, que acaba por ser uma representação da tentativa de mudança, de uma rotina ou tentar encontrar um sentido para a vida.
A banda sonora é divinal, Philip Glass, dá vida às imagens, mesmo elas não existindo…sente-se o filme pela cadência das notas que parecem brincar com os cenários. É sem dúvida um dos grandes nomes da actualidade no que diz respeito a bandas sonoras de filmes.

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