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Numa primeira audição este álbum dos The Voices, com título homónimo, “The Voices“, é uma agradável surpresa, isto porque é possível identificar uma série de influências de grupos de referêcia. O grupo, que vem de uma pequena cidade industrial Port Talbot, em Nova Gales do Sul – Austrália, com três elementos, Clare Anthony, Chris Munday e Chris Pompaque, promovida pela editora MY KUNG FU, apresenta-se como, “Swathes of warm guitar fuzz and buzzing synths combine with breathily delicate melodies on hypnotic mini-epics.”.
The Voices, transmite uma miscelânea de sons, que me fazem lembrar, Sigur Rós, Young Gods, Jesus and Mary Chain, Pixies….tudo misturado, e com bons resultados acústicos. Apetece entrar na música e fazer parte dos cenários indefinidos e flutuantes.
É para ouvir e descobrir aqueles pequenos sons que parecem mar, estrelas ou pequenos segredos ditos baixinho.
The Voices, transmite uma miscelânea de sons, que me fazem lembrar, Sigur Rós, Young Gods, Jesus and Mary Chain, Pixies….tudo misturado, e com bons resultados acústicos. Apetece entrar na música e fazer parte dos cenários indefinidos e flutuantes.
É para ouvir e descobrir aqueles pequenos sons que parecem mar, estrelas ou pequenos segredos ditos baixinho.
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