imagem de oficina do livro
É raro ler livros emprestados. Gosto de ler livros que compre ou que me ofereçam, para que assim no final possa escrever o ano em que o acabei de ler. Assim sei que não o tenho que devolver, que é uma parte de mim que fica ali perto dos outros. Talvez seja uma mania, não sei, mas é algo com que me sinto bem. E se pudesse ler e comprar mais, assim o faria, para depois ter o prazer de, a dado momento, ter ali à mão, algo sempre novo para descobrir.
A história deste livro é pois uma excepção. Foi comprado há uns tempos atrás para ser oferecido a uma pessoa. A pessoa leu-o e eu, num momento que não sabia o que havia e apetecia-me ler, pedi-o emprestado.
Acabei-o de ler hoje. Foi o livro que me acompanhou na viagem neste últimos dias do ano e nos primeiros também.
É um livro que se lê facilmente, de uma assentada só, pois o relato da viagem, por terras de África, é algo que entusiasma, mesmo estando sentado, confortavelmente, em casa.
Não é dificil querer partir numa aventura do género, conhecer os países, a cultura, os lugares, as pessoas, a forma de vida…as cores, os cheiros, os aromas. E é com Miguel Cadilhe que se aprende um pouco mais sobre África, sobre a verdadeira vida daquele continente.
Comentários
Enviar um comentário