e os pingos caem lá fora, desencontrados, sem parar. encontram-se com o chão e numa simbiose perfeita unem-se de forma apressada mas certa. e esse acto contínuo é natural e não carece de ser perturbado para que a beleza permaneça eterna. é assim que se atinge o equilíbrio no mundo das coisas perfeitas: não mudar o que é belo.
e quando se encontra algo de belo o melhor é desfrutar e num passo de humanidade partilhar.
luís costa, um perfeito desconhecido para mim, passa a ser uma companhia tão próxima e real com o seu trabalho “layered”. e nesse encontro, entra David Santos [Noiserv] para engrandecer o momento.
netlabel: Cakes and Tapes Record
Comentários
Enviar um comentário