Este americano que veio ao encontro da europa, e que ficou por Copenhaga, editou este ano, “Music for Confluence”, que serve de banda sonora do filme/documentário “Confluence“.
Não é fácil explicar o que representa este colosso de experimentação clássica mesclada com modernismo. Não é estranha a reacção de gostar rápido e a sério, porque não existe grande margem para pensar duas vezes.
A composição balança entre vozes e instrumentos em harmonia e por isso as notas soam perfeitas na mesma dimensão da mensagem algo negra que passa.
E este jovem artista, com uma capacidade invulgar de criação apareceu-me quase como uma revelação, daquelas que ficam pela qualidade e que merecem ser exploradas e aprofundadas.
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