depois de ter falado no “ensaio” de Nils com Ólafur não podia deixar de explorar um pouco mais o trabalho deste alemão que explora de forma sublime um género clássico com experimentação contemporânea, aliás muito semelhante ao que tem feito Broderick, Arnalds ou Dustin O’Halloran (todos já referidos anteriormente neste blog).
este “Felt” é exemplo do que de extraordinário se pode fazer com a criatividade. não são precisas grandes produções para conseguir criar referências musicais que passam barreiras e que criam fãs um pouco por todo o mundo. aliás em 2011, quando foi editado, rapidamente se assumiu como um dos álbuns do ano ou como uma grande promessa da música alternativa.
consigo perceber esse rótulo, porque com apenas nove músicas, que parecem na sua essência contar uma história, cria todo uma atmosfera intimista, muito forte, quase um microcosmos intocável, idealista, puro.
+ myspace
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